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Autor(a):

Laço Rosa

Laço Rosa

Data do Post
29/06/2020
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Entendendo os principais sintomas de depressão no tratamento do câncer de mama

Receber a confirmação do diagnóstico de câncer de mama é algo devastador na vida de qualquer mulher, que precisa lidar com o medo e a angústia tão comuns nessas circunstâncias. Cerca de 25% das pacientes podem apresentar sintomas de depressão, que atrapalham o tratamento.

Tais sintomas podem aparecer até mesmo após a cura, pois há um sentimento de vulnerabilidade e apreensão da reincidência da doença. Ao longo deste post, você descobrirá quais são esses sinais e de que forma devem ser tratados para melhorar sua qualidade de vida e favorecer seu prognóstico. Acompanhe!

Entenda a relação entre a depressão e o câncer de mama

É perfeitamente normal e compreensível que o paciente sinta tristeza, medo e angústia ao receber o diagnóstico. No entanto, é importante ressaltar que esses sentimentos são diferentes da depressão. Um paciente oncológico é mais propenso a um quadro depressivo em virtude das mudanças físicas, de medicamentos e do impacto social que o câncer pode causar.

O câncer de mama envolve alguns fatores particulares. Os principais são:

Portanto, há fatores diversos e importantes que contribuem para que mulheres que enfrentam o câncer de mama desenvolvam também a depressão.

Conheça os sintomas de depressão em pacientes oncológicos

Quando não tratada, a depressão pode prejudicar o tratamento oncológico. Isso porque a paciente apresenta mais dificuldades em aderir aos medicamentos e em seguir as orientações médicas e da equipe multiprofissional.

Vale lembrar de que alguns fármacos utilizados na quimioterapia oferecem sinais parecidos com os da depressão, como desânimo, fraqueza e tristeza. No entanto, é preciso analisar alguns sinais e verificar se eles persistem por mais que duas semanas. Desse modo, fique atenta aos seguintes sintomas de depressão:

Saiba o que fazer diante desse problema

Caso uma paciente oncológica apresente cinco ou mais dos sintomas acima por mais de duas semanas, é fundamental buscar ajuda profissional. Também, é importante que a paciente sempre fale o que sente às pessoas próximas e que fique sempre atento aos sinais listados no tópico anterior.

O indicado é ter acompanhamento de um psicólogo assim que receber o diagnóstico, para que ele faça o acompanhamento adequado e evite a evolução do quadro depressivo. Contudo, a busca pelo profissional pode (e deve) ser feita em qualquer estágio da doença.

Se for necessário, ele encaminhará a um psiquiatra especializado para indicar os medicamentos adequados e que não interajam negativamente com os fármacos utilizados no tratamento do câncer. Do mesmo modo, é necessário buscar locais especializados, como os centros de apoio a pacientes oncológicos com sintomas de depressão.

Enfim, mulheres que enfrentam o câncer de mama estão mais suscetíveis a apresentar sintomas de depressão. Por isso, é imprescindível procurar auxílio profissional para obter suporte emocional e o tratamento adequado. Isso é fundamental para garantir uma melhor qualidade de vida e contribuir para o prognóstico.

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